segunda-feira, 14 de junho de 2010

Meu canto


meu canto é rebeldia, é protesto, é lamento
palavras que vão no vento... meu canto é poesia...
sujeitando um novo dia sem misérias nem tormentos.

Meu canto é voz do povo prenunciando liberdade
meu canto é identidade de valentes peleadores...
que esqueceram suas dores lutando por igualdade.

Meu canto é identidade da senzala e do sertão
é Zumbi e Lampião numa comunhão guerreira...
é Sepé com boleadeira fazendo a revolução.

Meu canto é banzo índio... é grito do torturado...
é pecado confessado meu canto é guarani...
é lamento de guri no engenho escravizado....

meu senhor, minha senhora... que pertencem ao seu tempo...
eu canto ao esquecimento por isso vou lhes chamar:
para juntos transformar a história do momento.

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